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The Use of Cannabidiol in Cancer Patients

Oncologia & náusea

ClinicalTrials.gov · em andamento

Avalia o uso de canabidiol (CBD) em pacientes com câncer.

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The Use of Cannabidiol in Cancer Patients

The Use of Cannabidiol in Cancer Patients | Brazcann

Introdução e contexto clínico

O estudo The Use of Cannabidiol in Cancer Patients (ClinicalTrials.gov · em andamento) integra a investigação científica sobre o uso de canabinoides em oncologia e náusea.

Em oncologia, os canabinoides são historicamente estudados para o controle de náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia, com revisões sistemáticas (incluindo Cochrane) indicando benefício antiemético. Também são investigados para a caquexia (perda de apetite e de peso) e para o manejo de sintomas em cuidados de suporte. É importante distinguir o uso consolidado — controle de sintomas e melhora da qualidade de vida — de alegações sem respaldo: não há evidência que sustente a cannabis como tratamento curativo do câncer.

Compreender o que a ciência mostra sobre o uso de canabinoides em oncologia e náusea ajuda pacientes e profissionais de saúde a tomar decisões mais seguras e bem fundamentadas, baseadas em evidência e não em senso comum.

Metodologia e achados

Este estudo está registrado no ClinicalTrials.gov e encontra-se em andamento. Avalia o uso de canabidiol (CBD) em pacientes com câncer. Por estar em andamento, ainda não há resultados finais publicados. Acompanhar estudos em andamento é importante para antecipar as próximas evidências sobre o tema.

Mecanismo de ação e segurança

Os canabinoides controlam náusea e vômito principalmente pela ativação de receptores CB1 em áreas cerebrais ligadas ao reflexo emético, além de estimularem o apetite por vias centrais. No paciente oncológico, com frequência polimedicado e debilitado, a segurança é central: tontura, sedação e os efeitos psicoativos do THC merecem atenção, assim como interações com quimioterápicos e outros sintomáticos. A escolha da proporção THC:CBD e a titulação cuidadosa ajudam a equilibrar benefício e tolerabilidade. O uso deve integrar-se ao plano oncológico, conduzido pela equipe de saúde.

Regulação no Brasil (Anvisa)

No Brasil, o acesso a produtos de cannabis é regulado pela Anvisa — principalmente pela RDC 660/2022 (importação pelo paciente, mediante prescrição médica) e pelo novo marco de fabricação e importação, a RDC 1.015/2026. Qualquer uso terapêutico deve partir de avaliação e prescrição médica individualizada. Este conteúdo é informativo e científico e não substitui a orientação de um profissional de saúde.

Este é um conteúdo informativo elaborado pela Brazcann; para a metodologia completa e os resultados detalhados, consulte a publicação original (ClinicalTrials.gov · em andamento). O acesso a tratamentos com cannabis deve sempre ocorrer pela via regulada, com prescrição e acompanhamento médico.

Perguntas frequentes

A cannabis cura o câncer?

Não. As evidências apoiam o controle de sintomas (náusea, apetite, dor), não a cura do câncer.

Cannabis ajuda na náusea da quimioterapia?

Revisões indicam benefício antiemético dos canabinoides; o uso deve ser orientado pela equipe oncológica.


Sobre este conteúdo

Esta página é uma síntese de pesquisa científica publicada por terceiros, com finalidade informativa e educacional. A Brazcann não conduziu, não financiou e não patrocinou os estudos aqui resumidos, e não fabrica, não vende, não distribui e não fornece produtos de cannabis.

Este conteúdo não é recomendação, indicação terapêutica, prescrição nem aconselhamento médico, e não substitui a avaliação de profissional habilitado. Resultado de estudo não garante eficácia individual, e estudo publicado não significa aprovação regulatória no Brasil.

Consulte a fonte primária indicada nesta página.

Última revisão: 30/07/2026

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