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MIVetsCan: Cannabidiol (CBD)-Care Trial
Dor & neuropatia
ClinicalTrials.gov · em andamento
Ensaio clínico sobre o uso de canabidiol (CBD) no manejo da dor crônica.

MIVetsCan: Cannabidiol (CBD)-Care Trial
MIVetsCan: Cannabidiol (CBD)-Care Trial | Brazcann
Introdução e contexto clínico
O estudo MIVetsCan: Cannabidiol (CBD)-Care Trial (ClinicalTrials.gov · em andamento) integra a investigação científica sobre o uso de canabinoides em dor e neuropatia.
A dor crônica — em especial a dor neuropática, causada por lesão ou disfunção do sistema nervoso — é uma das indicações mais estudadas da cannabis medicinal. Canabinoides como o THC e o canabidiol (CBD) atuam sobre o sistema endocanabinoide, que participa da modulação da dor e da inflamação. As evidências apontam efeito analgésico mais consistente justamente na dor neuropática, embora a magnitude do benefício varie entre estudos e populações. A cannabis também é investigada como estratégia para reduzir o consumo de opioides em quadros de dor crônica não oncológica, sempre sob acompanhamento médico.
Compreender o que a ciência mostra sobre o uso de canabinoides em dor e neuropatia ajuda pacientes e profissionais de saúde a tomar decisões mais seguras e bem fundamentadas, baseadas em evidência e não em senso comum.
Metodologia e achados
Este estudo está registrado no ClinicalTrials.gov e encontra-se em andamento. Ensaio clínico sobre o uso de canabidiol (CBD) no manejo da dor crônica. Por estar em andamento, ainda não há resultados finais publicados. Acompanhar estudos em andamento é importante para antecipar as próximas evidências sobre o tema.
Mecanismo de ação e segurança
Os canabinoides exercem efeito analgésico ao modular o sistema endocanabinoide nas vias de transmissão e de processamento da dor: o THC atua em receptores CB1 e o CBD em alvos como receptores serotoninérgicos e canais TRPV1. Em termos de segurança, os efeitos adversos mais comuns são tontura, sonolência e boca seca, e o THC pode causar efeitos psicoativos dose-dependentes. É importante observar interações com depressores do sistema nervoso central e, no uso prolongado, o risco de tolerância. A titulação gradual e o acompanhamento médico reduzem riscos, sobretudo em quem já utiliza opioides ou outros analgésicos.
Regulação no Brasil (Anvisa)
No Brasil, o acesso a produtos de cannabis é regulado pela Anvisa — principalmente pela RDC 660/2022 (importação pelo paciente, mediante prescrição médica) e pelo novo marco de fabricação e importação, a RDC 1.015/2026. Qualquer uso terapêutico deve partir de avaliação e prescrição médica individualizada. Este conteúdo é informativo e científico e não substitui a orientação de um profissional de saúde.
Este é um conteúdo informativo elaborado pela Brazcann; para a metodologia completa e os resultados detalhados, consulte a publicação original (ClinicalTrials.gov · em andamento). O acesso a tratamentos com cannabis deve sempre ocorrer pela via regulada, com prescrição e acompanhamento médico.
Perguntas frequentes
Cannabis serve para dor crônica?
As evidências são mais consistentes para a dor neuropática; o uso deve ser individualizado e prescrito por um médico.
Cannabis ajuda a reduzir opioides?
Alguns estudos sugerem que, como adjuvante, pode ajudar a reduzir a dose de opioides na dor crônica não oncológica.
Sobre este conteúdo
Esta página é uma síntese de pesquisa científica publicada por terceiros, com finalidade informativa e educacional. A Brazcann não conduziu, não financiou e não patrocinou os estudos aqui resumidos, e não fabrica, não vende, não distribui e não fornece produtos de cannabis.
Este conteúdo não é recomendação, indicação terapêutica, prescrição nem aconselhamento médico, e não substitui a avaliação de profissional habilitado. Resultado de estudo não garante eficácia individual, e estudo publicado não significa aprovação regulatória no Brasil.
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Última revisão: 30/07/2026

