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Cannabis na gravidez e efeitos no feto, recém-nascido e infância: revisão sistemática
Gestação (segurança/cautela)
PubMed · 2023
Revisão: exposição pré-natal associada a impactos no desenvolvimento fetal e infantil. Uso desaconselhado.

Cannabis na gravidez e efeitos no feto, recém-nascido e infância: revisão sistemática
Cannabis na gravidez e efeitos no feto | Brazcann
Introdução e contexto clínico
O estudo Cannabis na gravidez e efeitos no feto, recém-nascido e infância: revisão sistemática (PubMed · 2023) integra a investigação científica sobre o uso de canabinoides em gestação.
Esta seção tem caráter de alerta. As evidências disponíveis associam o uso de cannabis na gravidez a desfechos neonatais adversos — como parto prematuro e baixo peso ao nascer — e a possíveis impactos no desenvolvimento fetal e infantil. Por isso, as diretrizes desaconselham o uso de cannabis durante a gestação e a amamentação. Há ainda atenção à síndrome de hiperêmese canabinoide. Gestantes devem sempre conversar com seu médico antes de qualquer uso.
Compreender o que a ciência mostra sobre o uso de canabinoides em gestação ajuda pacientes e profissionais de saúde a tomar decisões mais seguras e bem fundamentadas, baseadas em evidência e não em senso comum.
Metodologia e achados
Esta revisão científica reuniu e avaliou criticamente a literatura disponível sobre o tema. Revisão: exposição pré-natal associada a impactos no desenvolvimento fetal e infantil. Uso desaconselhado. Como síntese de múltiplos estudos, oferece um panorama mais robusto do que relatos isolados, ainda que dependa da qualidade dos trabalhos incluídos. Para a prática clínica, sínteses como esta ajudam a calibrar expectativas e a fundamentar condutas.
Mecanismo de ação e segurança
Esta seção tem caráter de alerta de segurança. O THC atravessa a placenta e é excretado no leite materno, e a exposição pré-natal a canabinoides foi associada a desfechos adversos e a possíveis impactos no neurodesenvolvimento. Por isso, as diretrizes desaconselham o uso de cannabis na gestação e na amamentação. Há ainda o risco da síndrome de hiperêmese canabinoide, um quadro paradoxal de vômitos intensos. Diante das incertezas e dos potenciais danos, a recomendação é de cautela máxima: nenhuma gestante deve usar cannabis sem orientação médica explícita.
Regulação no Brasil (Anvisa)
No Brasil, o acesso a produtos de cannabis é regulado pela Anvisa — principalmente pela RDC 660/2022 (importação pelo paciente, mediante prescrição médica) e pelo novo marco de fabricação e importação, a RDC 1.015/2026. Qualquer uso terapêutico deve partir de avaliação e prescrição médica individualizada. Este conteúdo é informativo e científico e não substitui a orientação de um profissional de saúde.
Este é um conteúdo informativo elaborado pela Brazcann; para a metodologia completa e os resultados detalhados, consulte a publicação original (PubMed · 2023). O acesso a tratamentos com cannabis deve sempre ocorrer pela via regulada, com prescrição e acompanhamento médico.
Perguntas frequentes
Posso usar cannabis na gravidez?
As diretrizes desaconselham: há associação com desfechos adversos. Converse sempre com seu médico.
O que é hiperêmese canabinoide?
Um quadro paradoxal de vômitos intensos ligado ao uso de cannabis, relevante na gestação.
Sobre este conteúdo
Esta página é uma síntese de pesquisa científica publicada por terceiros, com finalidade informativa e educacional. A Brazcann não conduziu, não financiou e não patrocinou os estudos aqui resumidos, e não fabrica, não vende, não distribui e não fornece produtos de cannabis.
Este conteúdo não é recomendação, indicação terapêutica, prescrição nem aconselhamento médico, e não substitui a avaliação de profissional habilitado. Resultado de estudo não garante eficácia individual, e estudo publicado não significa aprovação regulatória no Brasil.
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Última revisão: 30/07/2026

